
Ressaltando sua trajetória política de mais de 50 anos, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu-se há pouco das acusações de que teria usado atos secretos para nomear parentes. Num discurso duro, Sarney afirmou que não é culpado da crise administrativa e institucional que vive o Senado.
“Ao longo da minha vida não tenho feito outra coisa senão louvá-la [a instituição]. Não seria agora, na minha idade, que eu iria praticar ato menor que nunca pratiquei na minha vida”, afirmou Sarney do plenário do Senado.
“A crise do Senado não é minha, é do Senado e essa instituição que devemos preservar. Ninguém tem mais interesse [de resolver] do que eu. Estou há quatro meses com presidente da Casa e praticamos atos buscando corrigir erros, e resgatar o conceito da Casa. Mas isso não é feito do dia para noite, até porque isso não é o meu estilo”, discursou o presidente do Senado.
Segundo ele, as notícias de existência de atos secretos na Casa só surgiram porque a própria Mesa Diretora decidiu investigar. Sarney afirmou ainda que as notícias contra ele são injustas, e que as irregularidades do Senado não são dessa administração, mas sim das passadas. “É uma injustiça do país julgar um homem como eu”, disse.
“Não sei o que é ato secreto, mas se eles existiram, nós não temos nada que ver com isso. Hoje, tudo está na rede”, afirmou Sarney.
Brasília - Ressaltando sua trajetória política de mais de 50 anos, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu-se há pouco das acusações de que teria usado atos secretos para nomear parentes. Num discurso duro, Sarney afirmou que não é culpado da crise administrativa e institucional que vive o Senado.“Ao longo da minha vida não tenho feito outra coisa senão louvá-la [a instituição]. Não seria agora, na minha idade, que eu iria praticar ato menor que nunca pratiquei na minha vida”, afirmou Sarney do plenário do Senado.
“A crise do Senado não é minha, é do Senado e essa instituição que devemos preservar. Ninguém tem mais interesse [de resolver] do que eu. Estou há quatro meses com presidente da Casa e praticamos atos buscando corrigir erros, e resgatar o conceito da Casa. Mas isso não é feito do dia para noite, até porque isso não é o meu estilo”, discursou o presidente do Senado.
Segundo ele, as notícias de existência de atos secretos na Casa só surgiram porque a própria Mesa Diretora decidiu investigar. Sarney afirmou ainda que as notícias contra ele são injustas, e que as irregularidades do Senado não são dessa administração, mas sim das passadas. “É uma injustiça do país julgar um homem como eu”, disse.
“Não sei o que é ato secreto, mas se eles existiram, nós não temos nada que ver com isso. Hoje, tudo está na rede”, afirmou Sarney.
“Ao longo da minha vida não tenho feito outra coisa senão louvá-la [a instituição]. Não seria agora, na minha idade, que eu iria praticar ato menor que nunca pratiquei na minha vida”, afirmou Sarney do plenário do Senado.
“A crise do Senado não é minha, é do Senado e essa instituição que devemos preservar. Ninguém tem mais interesse [de resolver] do que eu. Estou há quatro meses com presidente da Casa e praticamos atos buscando corrigir erros, e resgatar o conceito da Casa. Mas isso não é feito do dia para noite, até porque isso não é o meu estilo”, discursou o presidente do Senado.
Segundo ele, as notícias de existência de atos secretos na Casa só surgiram porque a própria Mesa Diretora decidiu investigar. Sarney afirmou ainda que as notícias contra ele são injustas, e que as irregularidades do Senado não são dessa administração, mas sim das passadas. “É uma injustiça do país julgar um homem como eu”, disse.
“Não sei o que é ato secreto, mas se eles existiram, nós não temos nada que ver com isso. Hoje, tudo está na rede”, afirmou Sarney.
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