12 de ago de 2014

Subúrbio de Londres recebe €18,2 milhões para dinamizar utilização de bicicleta

A comunidade de Merton, uma zona que faz a ligação entre o centro de Londres e os seus subúrbios, vai receber €18,2 milhões (R$ 55 milhões), nos próximos cinco anos, para dinamizar e desenvolver a cultura da utilização da bicicleta.
Subúrbio de Londres recebe €18,2 milhões para dinamizar utilização de bicicleta
O financiamento virá do orçamento da Transport for London (TfL), explicou ontem em Lisboa Pip Howson, responsável pelo projecto, durante a conferência What Can You Do for Cycling.
Segundo a responsável, o investimento chega através de um programa denominado Mini-Holland, que pretende transformar parte dos “boroughs”, uma divisão administrativa britânica e que é composta por várias pequenas comunidades, em cidades holandesas – no que toca à mobilidade sustentável, claro.
Pip Howson explicou que vários “boroughs” concorreram a esta financiamento, mas Merton nem sem sequer foi um dos três escolhidos. Assim, Enfield, Kingston e Walthm receberam €39 milhões (R$ 117 milhões) para implementar uma estratégia de desenvolvimento da utilização da bicicleta. Merton e outras quatro comunidades – Newham, Richmond, Bexley e Ealing – ficaram com o restante orçamento, ou seja, os tais €18,2 milhões.
Em Merton, o dinheiro servirá para desenvolver uma a utilização de bicicletas nos arredores de Londres. “Agora há pouca utilização, até porque as Boris Bikes não chegam cá. Mas há um grande potencial”, revelou.
As Boris Bikes, recorde-se, foram lançadas pelo mayor londrino, Boris Johnson, a 30 de Julho de 2010. Elas eram, de resto, uma das suas promessas eleitorais. “As pessoas podem não concordar, politicamente, com ele [Boris Johnson]. Mas sabem que o sistema de partilha de bicicleta foi a sua mais importante medida”, explicou Pip.
Com uma demografia jovem, vários espaços verdes, uma história rica em inovação e um sistema de trânsito que coloca o acento tónico nas chamadas “quiet ways”, Merton tem todas as características para ser uma comunidade ciclista. Até porque o desporto já lhe corre no sangue, uma vez que a comunidade alberga Wimbledon, a meca do ténis.
“O ciclismo  é um meio importante para a regeneração e Merton está envolvida numa estratégia de regeneração”, explicou.
Agora, o plano passa por incentivar os treinos de bicicleta gratuitos, sobretudo para os mais jovens, promover balneários e duches junto aos negócios e empresas, para promover a utilização da bicicleta junto dos trabalhadores, e abertura de inscrições para aprender a lidar com a manutenção dos equipamentos.
Fonte: Green Savers

15 de jul de 2014

Empreender é aprender constantemente e nunca estar preso a fórmulas de sucesso

Numa matéria que li na imprensa dizia que Gini Rometty, atual CEO da IBM, recebeu um conselho de Sam Palmisano, seu predecessor no comando da empresa. Ele disse: "não importa qual é o seu negócio, ele vai se desvalorizar com o tempo. Você tem que mudá-lo constantemente para torná-lo relevante". Ginni aprendeu com ele que a única maneira para crescer sempre é fazer aquilo que "você não sabe fazer".

O irônico desta afirmação é que ela confronta completamente com o que acontece com a maioria das pessoas. Racionalmente, nós procuramos repetir o que deu certo e o que sabemos fazer bem, isso nos dá conforto e mais certeza de se alcançar o sucesso. O recado acima diz o contrário: saia da zona de conforto.
Há muitos anos atrás eu tive um dos melhores gerentes da minha vida profissional. Ele era muito experiente. Por outro lado, eu era um iniciante em análise de sistemas, mas bom conhecedor de algumas tecnologias que o meu gerente não conhecia. Uma vez ele disse pra mim: "Você sabe porque eu contratei você?" Ingenuamente eu respondi que não sabia e ele respondeu: "eu contratei você porque você sabe de coisas que eu não conheço", e completou dizendo: "E você será o meu futuro gerente. Você irá me aposentar e eu quero ser aposentado por gerentes que ensinem coisas diferentes". E, muitos anos depois, foi isso que realmente que aconteceu.
Com esse gerente eu aprendi que eu devo trabalhar sempre com pessoas melhores do que eu, que me ensinem coisas. Anos mais tarde eu descobri que isso não é suficiente, é preciso mais. Eu preciso ter pessoas ao meu lado que não somente sejam melhores do que eu, mas que pensem diferente de mim, que me desafiem e me tirem da zona de conforto, mesmo que isso gere inquietude, desconfiança e ansiedade. Será esse ambiente de desconforto constante que fará a organização se desenvolver... E com ela eu irei junto.
Mais uma vez, a ironia é que a maioria das pessoas gostam de trabalhar em ambientes com pessoas que pensam iguais, do mesmo jeito, enfrentando o mínimo possível de contradição e pensamentos controversos.
A realidade nua e crua, até intragável, é que você somente se sente desafiado quando trabalha com coisas que não domina, quando assume responsabilidades que não se sente preparado e acorda para ir ao trabalho inseguro e nervoso. Junte isso com colegas que desafiam você e que pensem diferente, e você terá o ambiente para crescer e se tornar relevante.
Por Mauro Segura

Como criar toques para celulares com Windows Phone


7 de jul de 2014

Criador do Dropbox acumulou fracassos até virar novo bilionário do Vale do Silício

Foi assim para Drew Houston, o mais novo integrante do clube dos bilionários do maior pólo de tecnologia do mundo, na Califórnia.
Houston, 31, fundou o Dropbox - um serviço de compartilhamento de arquivos online - com Arash Ferdowsi em 2007. A empresa, criada há apenas sete anos, agora é avaliada em US$ 10 bilhões (aproximadamente R$ 22 bilhões).
Mas ele fracassou diversas vezes antes de alcançar o sucesso.
Enquanto estudava ciência da computação no prestigiado Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), teve a ideia de criar um programa de computador para jogar pôquer com dinheiro de verdade na rede.
Mas o jogo tinha um defeito.
"Havia erros que faziam com que o apostador passasse todas as rodadas e ficasse fora do jogo. Era uma forma automática de perder todo o seu dinheiro", ele ri.
A primeira ideia séria do empresário foi um curso online para ajudar alunos na preparação para exames de admissão em faculdades.

Inspiração

Os três anos em que trabalhou nesse projeto não renderam nada, mas suas frustrações para trabalhar em colaboração com colegas viraram a inspiração para o Dropbox.
"Eu estava em um ônibus indo de Boston para Nova York com uma grande lista de coisas que eu queria fazer. Olhei todos os meus bolsos até descobrir que tinha esquecido meu pendrive", explica ele.

Criador do Dropbox gostava de computadores desde pequeno
"Pensei: nunca mais quero ter esse problema", diz ele.
Com quatro horas para gastar e sem nada para fazer, ele decidiu começar a escrever um código, e assim nasceu o Dropbox, uma ferramenta de armazenamento de arquivos em nuvem online.
Inicialmente, os investidores receberam a ideia de forma morna, pois havia muitas outras ferramentas de armazenamento baseado em nuvem.
"Mas eu perguntava: 'Você usa algum deles? Eles sempre diziam não", afirma ele.
Hoje, sete anos mais tarde, o Dropbox revelou-se um sucesso, alcançando recentemente 300 milhões de usuários - um público que ele diz que nunca poderia ter tido com suas ideias anteriores.
E isso, diz ele, é parte da chave para o sucesso. "Faça algo que as pessoas querem. Isso parece tão óbvio, mas quando você analisa por que as empresas fracassam, normalmente é por não terem clientes suficientes."
Ferramenta tem, atualmente, cerca de 300 milhões de usuários
O timing também foi bom para o Dropbox - Houston lançou a empresa no momento em que os usuários estavam migrando para outros dispositivos, a partir de netbooks para telefones celulares e depois para tablets.
Para Houston, além de desenvolver um produto fácil de usar, o outro ingrediente essencial para o sucesso de um produto é uma boa distribuição.
"Com o Dropbox, bastava as pessoas contarem para seus amigos e colaborarem. Quando você vai para o trabalho e inicia um projeto com os colegas você basicamente recruta-os para virarem usuários do Dropbox, porque vocês estão trabalhando em um projeto conjunto."

Riscos

É claro que a noção de risco faz parte da própria ideia de empreendedorismo, mas Houston acredita que há exagero nesta visão.
"É um equívoco imaginar que os empreendedores adoram risco. Na verdade, todos queremos que as coisas saiam como esperado. É necessário ter um otimismo cego e tolerância para a incerteza."
Ele diz que, quando começou a empresa, teria ficado intimidado com a ideia de ter 700 funcionários, como o Dropbox tem hoje.
"A boa notícia é que isso acontece aos poucos", diz ele.
"Uma das grandes coisas sobre mudar-se para o Vale do Silício é que você está cercado por pessoas que fizeram isso antes. Este lugar é uma linha de montagem que leva pessoas com vinte e poucos anos a percorrer tudo que precisam para aprender."
"É preciso ter compromisso com a aprendizagem e colocar-se no limite de sua zona de conforto para desenvolver habilidades que não viriam naturalmente."
E sobre entrar no clube dos bilionários?
"É muito decepcionante, na verdade," ele ri. "Seria ótimo se houvesse apenas um interruptor de felicidade que se acende. Mas é claro que eu me sinto muito feliz, e cada vez mais eu e outras pessoas no Dropbox vão gastar mais tempo pensando em como dar um bom retorno à comunidade."
Fonte: BBC

2 de jul de 2014

Wlyssys Yguana: 9 adolescentes que já são empreendedores de sucess...

Wlyssys Yguana: 9 adolescentes que já são empreendedores de sucess...: Uma das frases mais repetidas no mundo corporativo diz que "não há idade para começar a empreender". De fato, a expressão não é ...

9 adolescentes que já são empreendedores de sucesso

Uma das frases mais repetidas no mundo corporativo diz que "não há idade para começar a empreender". De fato, a expressão não é das mais criativas, mas é verdadeira: até por isso, há uma série de jovens, no Brasil e no exterior, faturando alto desde cedo.
Confira a história de oito empresas – e nove empreendedores – que, apesar das dificuldades e da falta de experiência, atingiram o sucesso profissional. Há até adolescentes multimilionários. Confira: 
O investimento inicial de Isabella Weems foi de US$ 350 (Foto: Divulgação)
1) US$ 250 milhões aos 18 anos
A americana Isabella Weems, conhecida como Bella, começou a empreender porque queria comprar um carro. Para isso, em 2010, ela criou a Origami Owl, uma plataforma online de joias. O investimento inicial na Origami Owl foi de US$ 350, dinheiro ganho por Bella em trabalhos como babá. Ela começou a fazer joias e contou com a ajuda de família e amigos para vendê-las para conhecidos. No ano seguinte, já na internet, a Origami Owl começou a trabalhar com consultores, que compram as joias online e as revendem.

Em 2012, a Origami Owl faturou US$ 25 milhões. Para o ano seguinte, Bella estipulou uma meta: chegar a US$ 250 milhões. A Origami Owl ainda não divulgou dados sobre o desempenho no ano passado, mas é possível dizer que ela superou – e muito – o sonho de ter um automóvel.
2) "Empreender é brincar"
O representante brasileiro dessa lista é o alagoano Davi Braga, de 13 anos. Davizinho, como é chamado, é filho de João Kepler, investidor-anjo bastante conhecido no mundo das empresas de tecnologia. No caso de Davi, parece que a paixão pelo empreendedorismo foi contagiosa: ele é um dos cofundadores da List-It, um sistema de compra de material escolar.

Quem vê a história de Davi pode imaginar que ele não esteja aproveitando sua infância, já que começou nos negócios tão cedo. Mas para o menino, empreender é uma brincadeira tão divertida quanto jogar videogame ou bola. “Eu consigo fazer tudo com equilíbrio: estudar, brincar e empreender”, afirma. “Empreender é como brincar, é diversão.”
O objetivo é lançar o site do List-It oficialmente no ano que vem. Atualmente Davi está à procura de lojas parceiras da plataforma.  Também vale dar uma olhada na desenvoltura do menino em um pitch, realizado na Demo Brasil Nordeste, no começo do ano.
Julianne Goldmark e Emily Matson, fundadoras da marca Emi-Jay (Foto: Divulgação)
3) Paixão que vira negócio
As americanas Emily Matson, 18 anos, e Julianne Goldmark, 17, ainda estavam no colégio quando transformaram uma paixão por acessórios de cabelo em uma marca que faturou US$ 5 milhões em 2012. Apaixonadas por laços e elásticos de cabelo mostrados na série Gossip Girl, as meninas queriam comprar produtos semelhantes, mas encontraram com preços que consideraram muito altos.

Elas decidiram, então, comprar materiais e criar seus próprios acessórios. Um mês depois, as duas receberam uma ligação da revista Marie Claire e os acessórios da marca Emi-Jay se tornaram queridinhos da revistas de moda e beleza. Os acessórios custam entre US$ 5 e US$ 20. Em 2012, a empresa vendeu cinco milhões de unidades e dobrou esse número em 2013. O faturamento do ano passado ainda não foi declarado. Neste link, você encontra mais informações sobre Emily e Julianne.
4) Mercado de um bilhão de pessoas
O indiano Angad Daryani construiu seu primeiro robô com oito anos. Aos 13, ele já estava montando sua própria versão, com código-fonte aberto, da impressora 3D RepRap. Agora com 15 anos, ele criou a SharkBot, uma versão modificada da RepRap, que será a primeira impressora 3D caseira a ser comercializada na Índia – ou seja, Daryani tem um mercado de mais de um bilhão de pessoas.

O garoto acredita que a impressora será mais rápida e mais robusta impressora 3D do mundo, e poderá imprimir qualquer material, exceto metal. Um de seus protótipos já está sendo usado no Instituto Indiano de Tecnologia, em Mumbai. Saiba mais sobre Daryani aqui.
5) Dinheiro em rodinhas
O norte-americano Nicholas Pinto, de 14 anos, sempre gostou de andar de patinete. No entanto, ele tinha um problema: as rodinhas do seu brinquedo sempre quebravam. Enxergando no problema uma oportunidade, ele  resolveu criar modelos mais resistentes de roda. A ideia se transformou na LB Scoots, empresa criada em que faturou US$ 100 mil (R$ 225 mil) em 2012. A LB Scoots ainda não divulgou o faturamento registrado em 2013.

6) Uma ajuda para a irmã
A estudante americana Megan Grassel não encontrava sutiãs bonitinhos e apropriados para sua irmã mais nova, de 13 anos. Quando ela experimentava as peças, nenhuma servia bem e todas tinham muito apelo sexual. Então, ao invés de apenas ficar reclamando, ela criou sua própria marca, a Yellowberry, no ano passado.

A empresa de Megan, que faz sutiãs bonitinhos e confortáveis para meninas entre 11 e 15 anos, levantou US$ 41 mil em uma campanha no site de financiamento coletivo Kickstarter. Com o sucesso da campanha, que pedia US$ 25 mil, a primeira coleção foi toda vendida em poucos dias. 
Nick D'Aloisio (Foto: Divulgação)
7) Vendeu negócio e ganhou emprego do comprador
Nascido na Austrália e radicado no Reino Unido, Nick D'Aloisio, 18 anos, lançou no fim de 2011 o Summly, um dos organizadores de notícias mais famosos do mundo. Em março de 2013, vendeu a plataforma para o Yahoo!, por US$ 30 milhões. Hoje, D'Aloisio é funcionário integral do Yahoo!.

8) Lucro para pagar a faculdade
Aos 15 anos, Madison Robinson tem seu próprio negócio – uma empresa que fabrica chinelos para crianças – e já faturou seu primeiro US$ 1 milhão. Sua empresa, a FishFlops, foi criada em 2006, quando Madison tinha apenas oito anos de idade. Os chinelos, cujos desenhos são feitos pela própria garota, são inspirados em duas das suas paixões: pescar e nadar.

Além de chinelos, Madison vende camisetas e livros infantis que ela mesma escreve. Por orientação do pai, o lucro da empresa está sendo economizado para pagar a faculdade da menina. 

17 de jun de 2014

O homem que ganha R$ 750 mil por mês jogando videogame

Quanto dinheiro você gostaria de ganhar jogando videogame? Não se surpreenda se seu desejo for mais modesto que o salário real deste sueco. Com apenas 24 anos, Felix Kjellberg fatura nada menos que US$ 4 milhões por ano, o que equivale a um salário mensal de R$ 749,3 mil.
Felix consegue isso através do sistema de publicidades do YouTube, onde ele hospeda vídeos de si mesmo jogando enquanto se comunica com os internautas. Lá ele é mais conhecido como PewDiePie e conta com uma audiência superior a 27 milhões de pessoas.
O youtuber deu uma rara entrevista ao Wall Street Journal, explicando que o sucesso vem de seu método de trabalho: os reviews que "Pewds", como também é chamado, faz não são nada tradicionais. Durante o jogo, ele segue a opinião da audiência e se comporta de maneira estranha, se contorcendo, xingando e gritando. E as pessoas gostam. Para se ter uma ideia, foi graças a um vídeo feito no começo do ano chamado "Flappy Bird, não jogue este game", que o título decolou a ponto de ser tirado do ar por seu próprio criador, que o considerou viciante demais.

Suas críticas, positivas ou negativas, ajudam a inflar os resultados das produtoras e desenvolvedoras de jogos; incluindo as independentes, com jogos que talvez nunca cheguem ao público tradicional - caso de Goat Simulator.
Embora o canal de Felix tenha apenas cinco anos, desde dezembro de 2012 ele é o mais importante cliente da Maker Studios, produtora online vendida para a Disney no começo de 2014 por algo em torno de US$ 1 bilhão. É o trabalho deles que ajuda a multiplicar os ganhos de Felix.

10 de jun de 2014

Facebook contrata David Marcus, presidente do PayPal



O Facebook anunciou hoje a contratação do presidente da plataforma de pagamentos móveis PayPal, David Marcus, para atuar como vice-presidente da área de serviços de mensagens, na qual estão posicionados Facebook Messenger e o recém-comprado WhatsApp - embora este mantenha operação independente.

Segundo o Facebook, 12 bilhões de mensagens privadas são enviadas por dia na rede social, sendo que o Messenger é utilizado mensalmente por 200 milhões de pessoas. "Estamos empolgados com o potencial de continuar desenvolvendo novas experiências para servir a comunidade e alcançar mais gente", diz a empresa em comunicado.

Um dos novos projetos do Facebook para o setor foi anunciado hoje com o lançamento do Slingshot, aplicativo que permite a "autodestruição" das mensagens logo depois de enviadas, recurso similar ao do Snapchat.

O aplicativo conta com uma interface mínima para troca de mensagens por meio de fotos e foi disponibilizado nesta segunda-feira, 9, na App Store e é compatível com dispositivos iOS. O serviço deve chegar a outras plataformas em breve.


9 de jun de 2014

Bill Gates investe US$ 100 mil em camisinha revolucionária

Sem Passado Ano, um beneficente Fundação criada POR Bill Gates é Sua Esposa, Melinda Gates, começou a INVESTIR na Revolução dos Preservativos. Agora a Organização premiou a Universidade de Wollongong, na Austrália, com 100 $ EUA desenvolver parágrafo hum mil Projeto de camisinha segura Opaco Localidade: Não diminua o Prazer fazer sexo.

Os pesquisadores envolvidos explicam Opaco, EM Vez de USAR látex, estao usando hum novo material de Chamado "hidrogel duro" (hidrogel Resistente), that was CRIADO parágrafo se comportar e passar a sensação da Pele real. Você. PODE conferir Mais abaixo há Vídeo (em tradução).

Com o Projeto, a Expectativa E OS Homens Que se sintam Mais à Vontade parágrafo USAR o preservativo, o that also reduziria o Risco de Gravidez indesejada e Doenças Sexualmente transmissíveis.

Robert Gorkin, engenheiro Biomédico Responsável Pelo Projeto, Diz Que a Evolução TEM um capacity de "melhorar a Vida de muitas PESSOAS".

Ele. Espera principalmente Opaco um Tecnologia AJUDE a melhorar OS Hábitos Onde sexo protegido Localidade: Não E Parte da Rotina, Como Asiático nenhuma Sudeste UO na África sub-saariana. Com ESTA nova Opção, MAIS natural, um disseminação de Doenças PODE CAIR drasticamente, Caso Haja Adoção.



Estudante de 15 anos inventa tênis que carrega celulares

Angelo Casimiro, 15 anos, é estudante e mora nas Filipinas. Ele desenvolveu um sistema de palmilhas especiais que, quando colocadas dentro de um tênis, geram eletricidade para carregar pequenos dispositivos, como celulares.


A palmilha possui dois discos piezoelétricos; ao serem pisados, eles produzem uma pequena quantidade de energia elétrica, armazenada em uma bateria com saída USB que pode ser utilizada com aparelhos que utilizam essa entrada.



Apesar de interessante, a tecnologia não é particularmente eficiente, sendo necessárias oito horas de caminhada para carregar completamente uma bateria de 400 mAh. Smartphones grandes utilizam baterias com uma capacidade média de 2500 mAh, limitando a utilidade do invento.



No fim do ano, Casimiro participará da Olimpíada Internacional de Robótica, realizada em Beijing, na China.



Via: Gizmodo

8 de jun de 2014

Como adicionar de uma vez só todos os jogos da Copa ao Google Calendar

A copa do Mundo da FIFA 2014 está prestes a começar e, se você estiver interessado em acompanhar e assistir os jogos para ficar por dentro de tudo o que estiver acontecendo nos gramados, poderá adicionar a programação completa do evento diretamente na sua Agenda do Google.
Em grandes eventos como a Copa do Mundo, o Google cria calendários compartilháveis que podem ser acrescentados à sua própria agenda. E inseri-los é extremamente fácil. Para isso, você deverá acessar o site do próprio Google Calendar e fazer uma pequena alteração. Confira no passo a passo abaixo:
  • Acesse a versão web do Google Agenda
  • Na barra lateral esquerda, clique no pequeno botão ao lado de “Outras Agendas”
  • Em seguida, clique em “Adicionar por URL”
  • Na janela pop-up que aparecer, digite o seguinte endereço dentro do campo:
  • Para finalizar, clique em “Adicionar Agenda”
Pronto! Todos os jogos da Copa vão aparecer automaticamente no seu calendário. O mais interessante desta agenda é que ela ajusta o horário dos jogos ao fuso-horário local. Caso os jogos sejam atualizados ou alterados, a agenda mudará tudo sozinho.

BR: 54% dos empreendedores digitais conhecem pouco sobre marketing de afiliados


As regras do Ministério da PrevidênciaSocial não permitem que um segurado já aposentado que continue trabalhando e contribuindo receba o benefício de auxílio-doença.
Portanto, caso o segurado seja acometido por algum tipo de doença que tire suacapacidade laboral, ele receberá o salário, afastado por determinação médica, por 15 dias. Esse valor será pago pela empresa. Após tal período, a responsabilidade é do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). No entanto, se ele já estiver aposentado, a legislação previdenciária não permitirá acumular esses dois tipos de benefício.
“Isso significa que todo o tempo em que ele ficar afastado por problema de saúde, após os 15 dias que a companhia é responsável pelo seu salário, ele não receberá nada. Nem o pagamento da empresa, que não tem mais obrigação, nem da Previdência, que não libera o benefício junto a outro”, explica o especialista em Direito Previdenciário Décio Scaravaglioni, do escritório Portanova Advogados Associados.
especialista explicou que as regras da Previdência Social, atualmente, são pautadas pelo princípio da inacumulabilidade. Portanto, há apenas casos pontuais em que o segurado pode acumular dois benefícios. Especificamente, isso acontece apenas com a pensão por morte – que podem receber com a aposentadoria, por exemplo.
Para aposentados por tempo de contribuição, que recolheram o INSS durante 30 anos, caso das mulheres, e 35 anos, para os homens, não será concedido outro benefício por idade quando atingirem os 60 anos, para as beneficiárias, e 65, aos segurados. Esta é a resposta ao questionamento do andreense Agostinho Duarte Neto, 50 anos, que se aposentará em 17 de fevereiro de 2015 por atingir 35 anos de contribuição. Ele encaminhou sua dúvida ao Seu Previdêncio no e-mail seuprevidencio@dgabc.com.br.
Duarte Neto mantém hospedaria para estudantes e executivos, na Capital, e por isso, deverá continuar contribuindo, já que é MEI (Micro Empreendedor Individual) e, portanto, está obrigado a recolher. Mas não terá direito, mesmo que contribua por mais 15 anos, à aposentadoria por idade.
MORTE - A pensão por morte é o único benefício que é cumulativo com outro. A vice-presidente do IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário), Adriane Bramante, observa que a pensão por morte “é um benefício que se recebe na qualidade de dependente.”
Scaravaglioni acrescenta: “É um legado do cônjunge, da mulher, do companheiro falecido. Portanto, não é interpretado como acúmulo.” Também existe a possibilidade de os pais receberem a pensão, caso provem que eram sustentados pelos filhos. O contrário também é válido. Os filhos de até 21 anos podem receber o benefício.
Apenas o BPC-Loas (Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social) não cumula com a pensão por morte. Por ter caráter assistencial e não previdenciário, não permite acumulação. Também há a regra de que a família deve ter renda média mensal per capita inferior a 25% do salário-mínimo para receber o Loas. 

TIM lança chip pré-pago voltado para turistas estrangeiros

Pensando no grande fluxo de turistas estrangeiros que vão chegar aoBrasil por conta da Copa do Mundo da FIFA, a TIM anunciou o lançamento de um modelo de cartão SIM próprio para eles, o TIM Visitor. Com ele, os visitantes poderão ter acesso pré-pago a uma série de recursos de comunicação móvel durante sua estadia por aqui.
O TIM Visitor permite que os usuários façam ligações locais e DDD para números fixos e móveis de qualquer operadora, chamadas internacionais, envio de mensagens de texto para contas de celular do Brasil e do exterior. O chip especial é compatível com a rede 4G, vem com uma franquia semanal de 1,5 GB para navegar na web e pode ser adquirido por R$ 50 – valor que é convertido em créditos para uso dos serviços.
A TIM fez um mapeamento e registrou cerca de 1,2 mil novos pontos de venda – como hotéis, agências de viagens, locadoras de carros, locais turísticos – onde o produto poderá ser adquirido. O TIM Visitor também estará disponível nos demais postos da operadora, como lojas próprias e de parceiros e nos canais de massa, como bancas de jornal, farmácias e padarias.

Os frutos do dinheiro

A tarifação das chamadas é feita por minuto: ligações locais e DDD para qualquer telefone do Brasil, de qualquer operadora – fixo ou móvel – custam R$ 0,50 por minuto, enquanto para números no exterior é R$ 1 por minuto. Isso significa que, com o crédito inicial do chip, os clientes poderão falar até 100 minutos para qualquer telefone do Brasil ou 50 minutos no caso de ligações para números internacionais.
Os SMSs, tanto para números nacionais ou do exterior, custam R$ 0,50 por mensagem enviada. Se os clientes optarem por navegar na web, serão descontados R$ 25 dos créditos para que eles possam utilizar a franquia de 1,5 GB por até uma semana. Já para fazer uso da tecnologia 4G da TIM, é preciso ter um aparelho compatível com a frequência da rede no Brasil, de 2,5 GHz.
Para ativar e esclarecer dúvidas sobre a oferta, os visitantes contarão com um call center trilíngue (português, inglês e espanhol) pelos números *144 ou 1056. Eles terão ainda seis opções de recarga diretamente pelo celular, com valores entre R$ 14 e R$ 100. Basta ligar para o número 241 e cadastrar um número de cartão de crédito válido – mas também é possível recarregar os créditos nos pontos de venda da TIM espalhados por todo o país
FONTES
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LORRANA SCARPIONI, A BRASILEIRA QUE GANHA DINHEIRO COM TEMPO LIVRE

Lorrana Scarpioni começou cedo: a brasileira é a mais jovem entre os jovens mais inovadores no Brasil. No final de abril, a edição em português da revista de inovação MIT (Massachusetts Institute of Technology), Technology Review, divulgou a lista com os dez brasileiros mais inovadores com menos de 35 anos. Aos 23 anos, Lorrana é uma das duas mulheres.
Nascida em Salvador, mas criada no Paraná, Lorrana acabou de se formar em duas faculdades que cursou ao mesmo tempo: Direito, na Unicuritiba; e Relações Públicas, na Universidade Federal do Paraná (UFPR).  Em 2012, e depois de assistir a dois documentários sobre economias alternativas e colaboração online, teve a ideia de criar uma rede colaborativa de troca de tempo, a plataforma Bliive, que hoje possui mais de 15 mil usuários e está em 55 países.
A rede funciona da seguinte forma: o usuário se cadastra na Bliive e oferece uma atividade, como, por exemplo, uma hora de aula de piano. Em troca, ele ganha um TimeMoney, a moeda utilizada na plataforma. Depois, ele pode trocar o crédito por qualquer outra atividade oferecida por outro usuário no site, como aulas de inglês ou de defesa pessoal básica. Até o momento, já foram registradas 27.500 horas, mil trocas foram realizadas e cerca de cinco mil estão para acontecer. Os membros do site também podem doar o seu tempo livre em ONGs cadastradas pela Bliive.
“A ideia é dar valor para todas as pessoas, não importa se ela irá fazer uma hora de Photoshop ou se vai ficar uma hora varrendo uma casa, isso vale um TimeMoney. Se você quer usar a Bliive, não é por que você quer ganhar alguma coisa a mais que alguém, é por que você quer trocar algo mesmo. Ou seja, todo mundo ganha a mesma coisa e todo mundo tem o mesmo valor”, afirmou.

Agora, depois de ganhar o seu quarto prêmio, o Sirius Programme , Lorrana se prepara para levar a sua startup para a Escócia, no Reino Unido.
Sabemos que o Bliive surgiu depois que você assistiu a documentários sobre formas de economias alternativas e colaboração online. Como foi a concepção do serviço que está no ar hoje?
O documentário sobre economias alternativas falava sobre como o dinheiro pode ser mais saudável do que ele é hoje. Tratava de como a escassez do dinheiro trazia uma “escassez virtual”, ou seja, muitas pessoas que têm coisas boas para trocar, mas não possuem a moeda que permite que essas trocas aconteçam. Quando é criada uma economia onde a troca é em material, você cria um sistema de abundância onde as pessoas podem utilizar aquele talento, que até então estava sendo desperdiçado.
O outro documentário era sobre colaboração online e couchsurfing. Um dia, eu estava assistindo vários Ted Talks e eu sempre achei que para empreender a gente tinha que ter muitos recursos. Eu sempre quis montar uma ONG, mas imaginava que tinha que ser depois que eu ganhasse dinheiro. Nessa noite, eu percebi o quanto as pessoas podem fazer, muitas vezes sem recursos. Eu fui dormir e fiquei me perguntando o que dava para fazer que tivesse algum impacto. Mas foi coisa de estar sem sono, não foi nenhuma discussão filosófica. Eu não estava conseguindo dormir, pensei, e daí veio a ideia da Bliive. Daí eu levantei para anotar e já fez sentido.
Você já tinha pensado em abrir uma empresa?
Eu sempre me imaginei criando uma ONG ou uma escola, mas eu não me imaginava criando uma empresa, eu me achava muito inexperiente.
Depois de ter a ideia de madrugada, quais foram os primeiros passos para criar a rede?
Para fazer a ideia acontecer, eu contei para alguns amigos e fiz parcerias. A jornada foi um pouco complicada porque eu acabei fazendo muitas parcerias que não deram certo. Eu fiz uma parceria com o filho de um amigo do meu pai, que tinha uma empresa de tecnologia. Nós começamos juntos e acabou não dando certo, porque ele queria esperar para ver se não aparecia nenhum projeto parecido. Daí eu resolvi acabar a sociedade. Depois, eu resolvi ir a empresas grandes, mas elas cobravam muito dinheiro para criar a plataforma. Uma delas chegou a me pedir mais de R$ 150 mil. Em meio a tudo isso, eu entrei em um estágio na Procuradoria da República do Estado do Paraná. Nessa época, eu ainda cursava direito na Unicuritiba. Foi aí que eu resolvi pagar um programador eu mesma, o que acabou não dando certo também. Eu tive a ideia em maio de 2012 e em novembro ainda não tinha uma linha de código programada. Depois de perceber que não dava certo, resolvi pegar o dinheiro que os meus pais iam pagar para que eu tivesse baile de formatura e investir na minha empresa. Nessa época, também consegui dois designers como sócios, Murilo Mafra e José Henrique Fernandes, e começamos a pagar um programador. Um designer fez a parte de marketing e o outro fez a parte de web. No dia 3 de dezembro de 2012, nós programamos a primeira linha de código da Bliive e lançamos a rede colaborativa em maio de 2013.
Vocês tiveram algum investimento no início?
Por enquanto, nós não recebemos nenhum investimento. No começo do projeto, ninguém trabalhava só para a Bliive. Eu fazia duas faculdades, tinha um estágio e os outros também continuaram a fazer freelas. Em outubro, nós ganhamos o primeiro prêmio nacional, a Creative Business Cup Brasil e fomos para a Dinamarca. Lá, nós descobrimos que uma oportunidade legal seria entrar no mercado europeu pela ideia e a oportunidade de negócios que existe por lá. Depois do prêmio, nós começamos a negociar com alguns investidores brasileiros, mas em janeiro nós já ficamos na fase final de um programa do governo inglês de aceleração, o Sirius Programme. Em fevereiro, saiu que a gente tinha passado. [A Bliive competiu com 2 mil concorrentes do mundo todo para ser uma das 30 empresas selecionadas pelo Sirius]. Aí, nós paramos todas as negociações com os investidores, porque iremos para a Escócia passar um ano em contato com o mercado europeu. Nós vamos ter um salário de mil libras para cada integrante e outros vários benefícios, como escritório, mentoria, capacitação em vendas, etc.
Quatro membros vão para a Escócia. Quantos vocês possuem no total? O que eles fazem?
Nós estamos em sete. Quatro vão para a Escócia e três vão ficar no Brasil. São dois programadores, dois designers, um de marketing e um de web, um advogado, uma de relações internacionais e eu.
Quais são as suas expectativas sobre este ano?
Eu imagino que seja um tempo de muito aprendizado. Para mim, é a realização de um sonho porque eu vou trabalhar oito horas na Bliive e vou conseguir me manter. Nós sabemos que nós temos um ano para fazer o negócio acontecer e fazer que ele dê certo de verdade. O governo inglês apoia mesmo, no sentido de oportunidade de negócio e contato para venda. Eu imagino que seja um tempo para dar o melhor e fazer essa oportunidade valer a pena. O objetivo do programa é que em até seis meses, as empresas consigam investimentos. 70% das empresas que entram, recebem. Nesses seis meses, a gente vai passar entendendo o mercado e remodelando a empresa e aí será o momento de procurar investimento para fazer a aceleração mesmo.
Depois de colocar o site no ar, como vocês perceberam que a ideia estava dando certo? O que foi preciso fazer para que as pessoas começassem a gostar da sua ideia?
Tudo aconteceu via mídia espontânea. Nós não tínhamos recursos para assessoria de imprensa, mas como a ideia era muito legal, logo nas primeiras horas que o site estava no ar, já tinha matéria falando da Bliive na mídia. Foi saindo em muitos lugares e isso foi deixando a gente muito feliz. No começo, para entrar na rede, tinha que receber um convite de alguém e no primeiro mês nós tivemos uma lista de espera com 12 mil pessoas.
Quantos usuários vocês conseguiram no primeiro mês? Como a plataforma foi crescendo?
Na época de convite, no primeiro mês, entraram umas três mil pessoas e continua crescendo nesse ritmo. Hoje, nós temos quase 16 mil usuários e acreditamos que a partir de agora é que vamos começar a crescer de verdade. Por enquanto, só eu trabalho apenas para a Bliive. Agora, mais três pessoas irão se dedicar ao projeto oito horas por dia.
Como a empresa se tornou multinacional?
Nós começamos a nos tornar internacionais depois de um mês que a plataforma estava no ar. Blogs internacionais começaram a fazer matérias sobre a rede e foi aí que o pessoal de fora começou a acessar. Nos Estados Unidos e em Portugal, nós temos mais de 500 usuários.  Ao todo, são quase mil usuários internacionais. Para ajuda, nós traduzimos a rede para o inglês também.
Quando você decidiu abandonar o seu emprego para se dedicar exclusivamente no projeto?
Eu comecei a trabalhar em setembro de 2012 e parei de estagiar em setembro de 2013. Eu trabalhei um ano lá, enquanto eu fazia duas faculdades e tocava a Bliive. Era bem maluco (risos).
Achei muito interessante a ideia do TimeMoney, mas as pessoas possuem cada vez menos tempo livre. Como resolver esse impasse?
Muita gente arruma tempo. Tempo ninguém tem e todo mundo tem, é só querer. Hoje, eu percebo que quando a pessoa curte a ideia e acredita, dá um jeito. Nós queremos lançar até o final do ano uma ferramenta de agenda para ajudar as pessoas a organizarem o próprio tempo. A ideia é sincronizar a agenda dos usuários para eles encontrarem quem tem o mesmo tempo livre. Essa é uma das ferramentas que vai ajudar a galera a encontrar tempo.
Hoje, a rede possui quase 16 mil usuários e está em 55 países. Este número está dentro das suas expectativas?
Eu acho que no começo de uma startup nós acabamos sonhando muito alto. A gente imagina que vai ter um milhão de usuários em um ano. Eu acredito que esse seja um número bom, mas a gente espera obter resultados maiores.
Voce já trocou alguma hora? Qual?
A primeira hora que eu troquei foi sobre empreendedorismo e startup. Eu gosto muito dessa parte de empreender e dar palestras sobre isso é algo que me inspira bastante. Na verdade, eu dou umas dicas e em troca, eu já fiz bastante coisa, como aula de violão e até de Google Analytics.

Qual foi a atividade oferecida mais estranha que você já viu no Bliive?
Tem muitas pessoas oferecendo atividades bem diferentes. Tem gente que ensina a coreografia do Single Ladies, a pular corda como o Rocky Balboa, tem gente que oferece para arrumar a bagunça do quarto. Tem uma que eu achei muito interessante que era alguém oferecendo uma opinião de um terceiro desinteressado – todo mundo da família e dos amigos já tem uma opinião formada, ou seja, ele estava oferecendo uma opinião com imparcialidade. As pessoas são muito criativas e o que é legal do Bliive é que muitas das coisas que são oferecias lá você não encontraria no mercado normal, pagando. Por ser colaboração, acho que as pessoas entram mais na vibe de criar coisas diferentes.
Em algum momento já passou pela sua cabeça vender a empresa? Você já recebeu alguma proposta de compra?
Hoje, eu não venderia e nos próximos anos talvez não. No começo, nós éramos muito apegados, mas hoje eu vejo que se um dia eu perceber que o melhor para o Bliive é não estar comigo, é estar com uma empresa que às vezes faria mais para ela do que eu, sim, eu venderia. Venderia pelo bem da ideia e para tornar o mundo mais colaborativo. Mas, no geral, não é um plano que eu tenho.
Depois do Facebook, surgiu uma onda de novas redes sociais oferecendo diversos serviços – a maioria delas não decolou. Qual é o segredo da Bliive?
Eu imagino que é não ser uma rede social de fato. Eu acredito que o nosso diferencial tá na troca de tempo. Tem a parte social, onde você pode compartilhar com os seus amigos as coisas que você está vivendo e fazendo, mas, no geral, a rede está focada em troca, em experiências que te permitem sair de casa e conhecer gente olho no olho.
Quais são os próximos planos para a rede? O que vocês esperam que ela se torne nos próximos anos?
O próximo plano é a internacionalização da Bliive, que vai ser um desafio importante. Nós também queremos redesenhar a plataforma. Agora que nós temos bastantes usuários, a ideia é ouvir mais eles e pegar mais informações sobre a forma como eles agem e o que ele mais usam e menos usam para poder deixar a plataforma do jeito que eles imaginam e gostariam. Nesse ano, os maiores desafios são: promover mais troca e tornar o modelo de negócio escalável – além de sustentável, a empresa precisa começar a crescer.

Como você acha que a Bliive irá conseguir aumentar o número de trocas?
Nós precisamos aproveitar mais da inteligência que a gente tem dentro da plataforma. Nós precisamos que as atividades que determinada pessoa preferir, chegue até ela de maneira mais fácil, por exemplo. Uma interação com o Facebook, para dar mais segurança ao usuário, também seria importante.