29 de abr de 2010

Grajaú - Principais Personagens

A cidade de Grajaú no estado do Maranhão que hoje completa 199 anos, teve como fundador o baiano e Alferes de Milícia Antonio Francisco dos Reis, que aportaram pela primeira numa fazenda denominada “Porto da Chapada” pertencente a Manoel Valentim Fernandes (atualmente Balneário “Limoeiro”), sendo que desde sua fundação tem convivido com os povos indígenas no processo de crescimento urbano e rural. Grajaú no seu desenvolvimento administrativo foi fundada no dia 29 de abril de 1911, tendo como prefeitos as seguintes personalidades: Vicente Santana, Pedro Lopes Rodrigues Lopes, Raimundo Alves Lima, Porfírio José de Santana, José Bezerra Rodrigues Lopes, Gustavo Juvêncio dos Santos, Camilo Gomes Bezerra, Manoel Teixeira Carvalho, Antenor Mourão Bogéa, Abílio Lima brito, Augusto Cajueiro, Felipe de Barros Lima, Abraão Barros Rodrigues, Olímpio Maciel Assunção, Raimundo Sirino Rodrigues, Raimundo de Simas Soares, Carlos Neto, Mecenas Pereira Falcão, Livino de Sousa Rezende, Alfredo Assunção Falcão, Dr. José Martins Jorge Neto, Dr. Mercial Lima de Arruda, Milton Gomes dos Santos, Lenilce Maria Sá Fortes de Arruda, Dr. João Pedro Ferreira Neto, Maria Bernadeth dos Santos Cerqueira e atualmente Dr. Mercial Lima de Arruda. Na área cultural e educacional destacam as figuras de: Amaral Raposo – “Jornalista conhecido como o “Caneta de ouro do Maranhão”, Tonico Teles – “Violonista e Músico”, Raimundo de Assunção Cunha “criou a bandeira e o hino de Grajaú e se destacou também na educação” e muitos outros. Na religião saúde e trabalho, os padres “Frei Alberto Beretta, Frei Benjamim de Borno e ainda na atualidade Frei Lauro “o “padre construtor”.

GRAJAÚ 199 ANOS


Grajaú é um município brasileiro do estado do Maranhão. Sua população, de acordo com a Contagem da População 2009 era de 56.633 habitantes.

História

A cidade de Grajaú estabelecida no centro-sul do estado do Maranhão foi fundada pelo navegador Alferes Antônio Francisco dos Reis, em 29 de abril de 1811, à margem leste do Rio Grajaú, no local denominado Fazenda Chapada que era de propriedade de Manoel Valentim Fernandes, local mais conhecido como Porto da Chapada. A margem oeste, à época, era habitada pelos índios Timbiras e Piocobjés. Esses índios, no ano de 1814, promoveram uma chacina contra os habitantes da povoação fundada por Antônio Francisco dos Reis, que já contavam com 40 pessoas, das quais, escaparam apenas seis que se encontravam ausentes.

No ano de 1816 os moradores restantes reiniciaram a povoação, dando-lhe o nome de São Paulo do Norte, contando então com um pequeno destacamento de tropas. Em 1817, o então governador do estado mandou fundar no lugar Estrião Grande a colônia Leopoldina, para maior segurança dos habitantes da região, cuja colônia compunha-se de 40 soldados de linha, liderados por Francisco José Pinto Magalhães.

Pela Lei Provincial nº 7, de 29 de abril de 1835, Pedro da Costa Ferreira, então presidente da província, elevou a povoação São Paulo do Norte à categoria de vila, passando a chamar-se Vila da Chapada.

Durante os anos seguintes, mais precisamente no ano de 1856, a situação da Vila da Chapada foi das mais promissoras, composta de setenta e nove casas, das quais seis eram cobertas de telhas, habitadas por 341 pessoas, na margem direita, e na margem esquerda do rio havia 11 casas com 79 pessoas.

Esse ano marcou a chegada de Militão Bandeira Barros, filho bastardo do Capitão-mor Antônio Bandeira, como Juiz da Paz. Tratava-se de um homem de grande cultura intelectual, além de gostar de literatura. Imortalizou-se com a criação da Roda de Amigos, iniciativa que ensejou a formação de uma sociedade, ganhando foro de cultura e permanecendo assim por muitos anos. Neste grupo destacaram-se Cláudio Saraiva Chaves, Miguel Olímpio de Carvalho, Liberalino Tavares Bastos, Manoel Mariano Bandeira da Gama, Bernardo Costa, Raimundo Junqueira, Gustavo Tavares, Francisco de Araújo Costa e Sabino Alves Lima.

Em 1869, foi criado o plano de incorporação de uma Companhia a Vapor no rio Grajaú, a qual surgiu através de Antônio Luis Soares. Essa navegação teve início dois anos depois da incorporação. Surgindo, assim, o centro comercial da cidade, tendo como ponto principal a rua do Porto Grande, atual Rua 7 de Setembro.

Foi da Vila da Chapada que se originou a cidade de Grajaú, a qual, pela Lei Provincial nº 1225, de 7 de abril de 1881, elevou-se à categoria de cidade com o nome de Grajaú, originário da tribo dos índios Guajajara, que ocupava a margem direita do rio.

Histórico Economico

A cidade de Grajaú foi construída e conquistada com o objetivo puramente lucrativo, ou seja, econômico, sendo assim toda a sua história está intensamente ligada a sua produção econômica.

Quando descoberta a navegação do rio Grajaú e, conseqüentemente, a ligação do sertão com a metrópole, várias sesmarias foram compradas e logo começou a povoação daquelas paragens, implantando-se fazendas para a pastagem dos rebanhos de gado e cavalo, atividade esta que se tornaria a principal fonte-geradora de economia do Porto da Chapada, sendo que até hoje tem papel importante na economia, gerando empregos e movimentando recursos.

Era visível a importância daquele Porto no contexto sócio econômico no Sul do Maranhão, sendo que fora destinado para este porto fluvial, diante de sua privilegiada posição geográfica, o empório comercial dos nossos e de outros sertões.

Em O Sertão Carlota Carvalho nos diz que: “Nas ruas, se vê o movimento humano desdobrando-se em aplicações de atividade: pessoas tratando de negócios e conduzindo tropas de burros e cavalos com cargas que chegam e que saem para os sertões do Maranhão, Goiás e sul do Pará, os quais se abastecem de mercadorias nesse empório”.

Grajaú era a cidade que abastecia todo o sul - maranhense entre outros estados, sendo que sua economia e suas famílias giravam em torno das benesses do rio e do gado, tendo como meio de transporte canoas e Lanchas (Batelões). No inverno usavam-se os Batelões que traziam sacas de produtos para estes sertões, o sal sendo o maior produto comercializado neste entreposto, pois necessário para o consumo humano e do gado e era vendido em saca de 40 k , por 500 reis cada, como também o açúcar o café, a farinha, o querosene, a bolacha e o arroz entre outros, recebendo anualmente mais de 200 contos de reis em fazendas secas e molhadas*, tudo demorando mais ou menos três ou quatro messes para chegar, sendo que os produtos eram encomendados com um ( 1 ) ano de antecedência. Já no verão, quem fazia este trabalho eram os Vareiros, que em canoas subiam e desciam o rio, demorando normalmente 15 a 20 dias fazendo assim o trafego dos produtos.

Nos Portos os Batelões e Canoas eram puxados por manilhas, aportando em um tipo de rampa, onde estas são rebocadas para o desembarque e embarque de mercadorias, sendo transferidas para os armazéns ora pela submissão do animal eqüino, e ora pela força humana, onde cada saca carregada do produto era negociada a um (1) tostão.

Macio Coutinho, em Grajaú Um Estudo de Sua História nos diz que, “Grajaú era o ponto de armazenagem para o abastecimento de Pastos Bons e mais da metade do sertão maranhense, alcançando ainda o norte de Goiás e sul do Pará, passando pela região do Tocantins e do Araguaia. Essa extensa área do comércio, abastecida a partir do rio, foi garantindo ao longo dos anos o rápido desenvolvimento (...). Já em meados de 1900 tem-se a implantação de marcantes indústrias, destacando-se as sete (7) Usinas de Algodão, as duas (2) Usinas de beneficiamento de Arroz e uma (1) de Torrefação do Café, Carlota Carvalho em O Sertão ainda nos diz que “Efeito disso, as casas de negócio são disseminadas pelas extremidades. Há, contudo um bairro comercial no centro da cidade. É na Rua do Porto, onde descarregam as canoas e é passagem pública, serviço municipal”.

Por muito tempo tanto a navegação do Rio Grajaú como o Gado foram os principais fatores econômicos desta região, fazendo com que a cidade que se formava e de mesmo nome, figurasse como uma das mais promissoras.

Já em meados de 1930 este rio que tanto nos beneficiou começava a dar indícios do desfalecimento da sua navegação. Todavia a população de Grajaú mantinha a esperança de um futuro promissor, agora embalada no sonho do progresso econômico pela exploração de suas riquezas minerais e pesqueiras, além da agricultura.

Os primeiros relatos que temos de minérios nestes sertões são com os franceses, como nos conta Sálvio Dino “os franceses no tempo do seu domínio exploraram este rio até suas cabeceiras, onde descobriram mina de lápis-lazúli, salitre e sal-gema...”.

Em 1856 o Comendador Antônio da Cruz Machado, afirma ser aquela região a mais rica do estado em “minerais de toda sorte” entre eles, grafite, chumbo e gipsita. Depois um engenheiro da província, declara ter descoberto á margem do rio Grajaú alguns pedaços de cobre, em “pequena quantidade, mais de qualidade superior”. Já em 1890 José Lourenço da Silva Milanêz, delegado de policia de Grajaú, informa a existência de pedras decorativas á semelhança de quartzo nas redondezas da Cachoeira do Viriato.

Geografia

Localizado na meso-região Centro Maranhense, Grajaú integra com os municípios de Arame, Barra do Corda, Joselândia, Sítio Novo e Tuntum a micro-região do Alto Mearim e Grajaú. O município de Grajaú possui uma área de 7.408 Km2, distante de São Luís 418.284 Km, à qual está ligada pela BR - 226.

A sede do município encontra-se a 130 metros de altitude acima do nível do mar, limitando-se ao norte com Arame, ao nordeste com Itaipava do Grajaú, a leste com Barra do Corda, ao sul com Formosa da Serra Negra, a oeste com Sítio Novo e ao noroeste com Amarante do Maranhão. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2006 a população total do município era de 54.392 habitantes.

Entre os minérios existem a areia, a pedra seixo, a pedra granito e a pedra branca.

Economia

Pólo gesseiro

Hoje em dia o principal minério encontrado no rio grajaú é o gesso, havendo vários pólos e firmas gesseiras, como, 8 calcinadoras e 50 fabricas de placa de gesso, estas que produzem mais de 500 mil placas por mês, sendo Grajaú a segunda cidade do Brasil a produzir este minério, onde são extraídas 35 mil toneladas de gesso mensalmente, empregando 3.500 pessoas direta e indiretamente, gerando uma renda anual de 60 milhões de reais.

Piscicultura

Já na Piscicultura temos um grande sortimento e diferenciado de peixes, como é o caso do: mandubé, mandi, surubim, piau, cumaru, sardinha, Curimatá, corvina, piranha, corró, cari e variadas piabas, tão importante é essa cultura para a nossa Grajaú, que antigamente existia um lugar com o nome Rua da Tarrafa em homenagem aos pescadores que ali moravam e de toda a cidade, lugar este chamado hoje de Rua Patrocínio Jorge.

Antes da cheia do rio ocorre a Piracema, época da proteção e reprodução dos peixes, para após o fim da cheia o rio ficar bastante abastecido. Existe a oito (8) anos uma Colônia de Pescadores que congrega as pessoas que vivem deste lucrativo comercio grajauense, produzindo todo mês 2 mil quilos de peixe, retirado, do rio.

Do rio para os criatórios, o peixe passou a incrementar a economia do setor primário, como atividade profissionalizada. No projeto Boa Vista, 80 famílias estão dedicadas á criação de peixes. Em 200 tanques, são produzidas 300 toneladas a cada 8 mês. Na comunidade do Baixão os produtores já chegam na casa de 10 toneladas por safra. Além desses projetos comunitários, muitos empresários e produtores individuais exploram essa atividade.

Agricultura

Já na Agricultura, podemos destacar o arroz, a soja, o milho entre outros, onde hoje em Grajaú são produzidos 24 mil toneladas de arroz e 9 mil de soja, (safra 2009) sendo que existe 3 industrias de beneficiamento de arroz , que produzem 300 fardos por hora e 25 mil sacas por mês, fornecendo trabalho e gerando renda. Ainda no Agronegócio, destaca-se a uva, que neste ano de 2009, já passou a produzir e comercializar nacionalmente este produto, como também a Agropecuária, onde o município conta hoje com 130 mil cabeças de gado, sendo que todo ano acontece uma Exposição Agropecuária, para o fins lucrativos desta força econômica.

Turismo

Ainda destaca-se como fonte econômica o Turismo nos Balneários, nas Cachoeiras, no leito deste imenso rio, um dos principais da hidrovia maranhense. No verão, após o esvaziamento da cheia, precisamente no mês de Julho, este rio transforma-se basicamente na maior força de produção desta cidade e seus povoados, pois atraem inúmeros turistas para apreciarem suas belas Cachoeiras e suas águas no Canecão, Limoeiro, Prainha e Zé Mulato; além de movimentar o comercio local, através de Pousadas, Hotéis, Lojas locais e o artesanato grajauense.

Poló de soja

O município de Grajaú, é considerado, atualmente, o segundo maior pólo de produção de soja do Maranhão, atraindo produtores de outras partes do país para esta região. Apresenta além da soja, uma variedade de produtos agrícolas como o arroz, mandioca, milho, fava, inhame, macaxeira, abóbora, batata doce, algodão herbáceo, algodão arbóreo, feijão, banana, melancia e tomate.

Extrativismo

No extrativismo vegetal destacam-se as madeiras de lei, pau d'arco, cedro, aroeira, candeia, jatobá, sucupira, andiroba e bacuri, usadas na fabricação de móveis, construções e artesanatos. Já no extrativismo animal, as espécies são variadas, sendo que algumas estão em extinção: veado, paca, cutia, peba, tatu, guariba, macaco, capivara e porco-do-mato. Entre as aves em extinção destacam-se a seriema, a ema, o jacu e o curió.

Rede bancária

Hoje Grajaú possui três estabelecimentos bancários. Banco do Brasil, Banco do Bradesco e SICOOB, além de duas casas Lotéricas e como podemos ver desde o inicio, esta cidade nasceu para ser um centro econômico, pois seu destaque em relação as suas terras, onde de tudo o que se planta, se dá, é visível.

Educação

Desde o século XIX, a vida educacional em Grajaú vem se desenvolvendo ao longo das administrações públicas, sob a responsabilidade e empenho dos prefeitos e governadores do Maranhão.

Atualmente a rede de escolas compreende a zona urbana e rural de Grajaú atendendo a uma camada de 2.629 alunos na educação infantil, 13.342 alunos no ensino fundamental, 437 alunos no ensino médio e 351 alunos na educação de jovens e adultos. Zona Urbana - 43 escolas; Zona Rural - 177 escolas; Escolas Indígenas - zona rural: 52; Escolas estaduais - zona urbana: 7 e Escolas Particulares - 4.

Na educação superior a Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), atende 60 alunos nos cursos de enfermagem e zootecnia.

Há também outras facudades como: Darcy Ribeiro, Universidade Aberta do Brasil, Anhanguera UNIDERP, UNINTER e UFMA

Saúde

A cidade dispõe de dois hospitais e uma unidade mista de saúde, na zona urbana: Hospital São Francisco de Assis; Hospital Santa Neusa e Unidade Mista Itamar Guará.

Os hospitais dispõem dos seguintes equipamentos: Análise clínico, eletrocardiograma fonado, Raio X e ultra-sonografia, podendo fazer os seguintes tratamentos: obstétrico, cesariano, laqueadura, ortopedia, otorrino, urologia, leperectomia, apendiclomia, laparotomia, herniarriafias, fisioterapia, ortopedia, ginecologia.

O município dispõe ainda de tratamentos feitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), cirurgias, obstétrico, Raio X, odontologia, exames laboratoriais, ultra-sonografias, pré-natal, eletrocardiograma, prevenção do câncer do colo do útero, próstata e hanseníase.

Cultura

Culturalmente, apresenta alguns destaques, como na literatura. A cidade possui uma academia de letras, a Academia Grajauense de Letras, onde estão reunidos os pensadores, escritores que residem em Grajaú.

Possui um grande legado no artesanato, como o artesão Atenas. Na pintura, com Itamar Fernandes Dantas, que possui algumas de suas obras, no museu Museu Histórico e Artístico do Maranhão.

A religiosidade da cidade está presente em vários ambiente,como na catedral Nosso Senhor do Bonfim que foi construída no ano de 1940 durante a prelazia dos padres capuchinhos.



25 de abr de 2010

Empretec desenvolve espírito empreendedor



Empretec é um programa de 60 horas que amplia as habilidades de criação e administração do seu próprio negócio


O Empretec é um seminário que tem por objetivo desenvolver características de comportamentos empreendedores nos participantes. Emprega metodologia desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU), ministrada no Brasil com exclusividade pelo Sebrae, com resultados excelentes.

Realizado em todo o Brasil, é um programa presencial. O seminário é realizado em seis dias consecutivos, num total de 60 horas. Exige dedicação exclusiva do participante, pois será ministrado de 8h às 12h e das 14h às 19h30. A turma é composta por 30 participantes, com três instrutores em sala durante todos os dias.

A metodologia é vivencial e altamente interativa, c

om jogos, exercícios, palestras, atividades para serem executadas em sala e atividades extras, todos os dias. Os orientadores explicam todas as regras para a execução das atividades.

Eles também dão assistência técnica na elaboração, ajustamento e execução de planos de negócios envolvendo:


Aspecto de Mercado;

Tecnologia;

Informação;

Administração;

Finanças.


Além disso tudo, os participantes ainda têm oportunidades de participar de cursos, seminários, feiras e rodadas de negócios.

O participante deverá, primeiro, identificar seu potencial empreendedor e verificar quais são seus pontos fortes e fracos. No curso, ele irá estudar as dez características do comportamento empreendedor e terá a oportunidade de vivenciar mudanças comportament

ais, revendo conceitos e atitudes.


O Empretec é um dos mais bem sucedidos programas do Sebrae. É, na verdade, o produto mais bem avaliado na história do Sebrae, com 93% de opiniões considerando-o excelente.


Apesar de o Sebrae subsidiar parte do investimento, o treinamento não é gratuito. Procure a unidade de atendimento do Sebrae mais próxima de você para consultar sobre os valores.


Os negócios tocados por empretecos (apelido dado aos que concluíram o seminário) têm mais chances de sobrevivência, pois a imersão no treinamento de 60 horas, cumpridas em seis dias, dá aos participantes a dimensão do seu poder empreendedor.

Entre os principais ganhos obtidos pelos participantes estão:


Melhora no desempenho empresarial;

Mais segurança nas decisões;
Melhor planejamento;
Redução das chances de fracasso.

Público-alvo
Empresários ou qualquer pessoa interessada em montar seu próprio negócio. Também podem participar profissionais liberais e funcionários de empresas.

Como participar
Preencha e entregue no Sebrae a ficha de inscrição. Em seguida, agende uma entrevista, composta de perguntas sobre situações do cotidiano da pessoa. Não é de caráter psicológico; faz parte da metodologia do seminário e serve para identificar o perfil empreendedor do candidato. Isso vai auxiliar o Sebrae a definir o tipo de programa voltado para o grupo de pessoas selecionadas.

Após a entrevista, o candidato será informado pelo entrevistador se está apto ou não a participar do seminário, podendo, então, fazer sua matrícula para o Empretec, mediante pagamento. Para participar, é só procurar o SEBRAE ou ir na CDL de Grajaú e preencher a a ficha de inscrição.


Por: Wlyssys Yguana, com informações SEBRAE

11 de abr de 2010

Oi apresenta ao governo banda larga com preços que variam de R$ 15 a R$ 35

A Oi apresentou nesta sexta-feira (9) ao governo um plano de expansão da banda larga no país em que a empresa ofereceria serviços de internet rápida a preços que podem variar de R$ 15 a R$ 35. Esses valores são os mesmos que estão sendo trabalhados pelo governo nos cenários elaborados para o Plano Nacional de Banda Larga e que seriam viáveis para garantir o acesso das classes C e D aos serviços.

A proposta da Oi foi apresentada em reunião, que durou toda a manhã, com o presidente da empresa, Luiz Eduardo Falco, a ministra da Casa Civil, Erenice Guerra, e o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e vem sendo avaliada com um novo passo para facilitar uma parceria entre governo e iniciativa privada.

Os valores dos serviços, previstos no projeto da Oi, foram informados pelo secretário de Logística e Tecnologia da Informação, Rogério Santanna, que também participou da reunião. Santanna não revelou os investimentos estimados pela Oi, mas disse que a proposta financeira da empresa passa por “possíveis desonerações” e segue um modelo parecido com o programa Luz para Todos, em que o governo subsidia diretamente o usuário, por meio de recursos de fundos setoriais.

“Eu senti que a empresa já não tem uma abordagem que possa colidir diretamente com o plano do governo”, disse Santanna, admitindo a possibilidade de a proposta da Oi integrar uma “operação mais ampla”, incluindo outras operadoras. “Acho que é um passo importante, espero que outras companhias façam um movimento similar”, acrescentou.


O presidente da Oi disse em rápida entrevista, ao sair da reunião, que a empresa é a operadora adequada para fazer a universalização, mas não deu detalhes da proposta.

Santanna, que sempre defendeu uma participação maior do Estado no projeto de banda larga, apresentou um discurso mais ameno nesta sexta (9). “Acho que é um plano que merece ser estudado. Evidentemente terá que se entrar na seara de custos e premissas, mas acho que a empresa tenta responder aquilo que nós apresentamos para eles”, afirmou.

Segundo ele, as discussões estão avançando dentro do governo, o que está provocando uma reação das empresas para oferecer alternativas. O secretário disse que ainda faltam detalhes do plano para serem fechados, por isso não houve conclusão na reunião de quinta-feira (8) sobre o assunto, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Lula teria pedido aos técnicos que detalhassem o programa para o ministro da Fazenda, Guido Mantega, que não participou do encontro de quinta. “Como todo o plano precisa de dinheiro, sendo ele responsável pelo Tesouro Nacional, sua presença é importante”, afirmou.

Investimento estatal

Santanna não quis fazer avaliações sobre a possibilidade de a proposta da Oi reverter a ideia do governo de criar uma estatal para a banda larga, acrescentando que ainda não foi tomada nenhuma decisão sobre quem será a operadora do plano. A hipótese que vinha sendo mais cogitada é a de a Telebrás assumir essas funções.

O secretário confirmou que na reunião de quinta-feira, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, pediu para que a Oi fosse ouvida. O BNDES tem, junto com fundos de pensão de estatais, 49% da Oi. Apesar dessa participação do governo na empresa, Santanna disse que a Oi é uma operadora privada. “Acho que os bancos estatais emprestaram algum dinheiro, os fundos de pensão investiram, mas ela é uma empresa privada. Agora, certamente, é relevante o fato de ela ser uma empresa de capital brasileiro. Naturalmente temos que considerar esse aspecto”, afirmou.

Outro fator considerado é a cobertura da Oi, que depois de ter adquirido a Brasil Telecom, em 2008, passou a atuar em quase todo o Brasil, à exceção de São Paulo. “A Oi é um ator importante, não resta dúvida de que quem tem a maior cobertura territorial tem que ser ouvida. O governo não pode deixar de ouvir nenhum dos atores”, acrescentou.

Fonte: G1

MA é o estado que menos gerou emprego nos últimos 12 meses

Nos últimos 12 meses, período em que Roseana Sarney (PMDB) voltou ao governo, o Maranhão foi o estado brasileiro que menos gerou empregos formais, segundo dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os números que desmontam a farsa da criação de centenas de milhares de empregos propagada na publicidade oficial do governo, foram apresentados pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Tavares (PSB), durante a audiência pública, na última quarta-feira, 7, que discutiu a implantação da refinaria Premium da Petrobras, no município de Bacabeira (MA).

Enquanto o Brasil gerou 1,4 milhão de empregos formais, o Maranhão criou só 2.737 novos empregos, que representam pífios 0,81% do crescimento brasileiro. Apesar da crise econômica mundial, o país nunca tinha atravessado um período de crescimento tão rápido e vigoroso.

Para efeito de comparação, o vizinho estado do Piauí gerou 15,6 mil novas oportunidades de trabalho, quase oito vezes mais que o Maranhão. O Ceará criou 75 mil empregos, o Rio Grande do Norte embora seja o Estado com menor economia comparada com a maranhense obteve 12,5 mil vagas, a Paraíba 18 mil, Pernambuco 56 mil.

Alagoas gerou apenas 1.883 vagas, mas teve desempenho proporcional melhor que o Maranhão. Enquanto a população maranhense é constituída de 6,3 milhões de habitantes, Alagoas tem somente a metade disso – cerca de 3 milhões.

ATIVIDADE ECONÔMICA

Na análise das estatísticas por atividade econômica, o Maranhão apresentou o seguinte desempenho: extrativismo mineral criou 149 vagas; na indústria de transformação 640 vagas; na construção civil foram menos 122 vagas e nos serviços industriais de utilidade pública menos duas vagas; no comércio e no serviço 3.788 vagas criadas, sendo que foram menos 334 na área de serviço; na administração pública 83 vagas; na agropecuária 2.737 vagas e com maior número de demissões chegando a 1.465.

MUNICÍPIOS

Os dados por município avaliam somente os que possuem mais de 30 mil habitantes na estatística do governo federal. O município que mais gerou contratações foi Açailândia com mais 1.162 vagas.

Já o município de Rosário, vizinho ao local do empreendimento da Petrobras, registrou uma admissão, duas demissões e menos uma vaga no trabalho formal.

“O impacto econômico naquela região, até agora, é nulo, não existe nenhum, mas quando passamos naqueles municípios temos placas anunciando 80 mil novos empregos, que faz com que o cidadão se sinta animado a deixar seu município de residência e passar a fazer parte daquela área, morando perto de um empreendimento dessa magnitude”, avaliou Marcelo Tavares.

Fonte: Jornal Pequeno

3 de abr de 2010

Preços de álcool e gasolina estão em queda em pelo menos seis estados

Preço do litro do álcool varia de R$ 1,49, em Goiás, a R$ 2,48 no Acre.
Gasolina comum, que tem álcool na composição, também ficou mais barata.

Os preços do álcool e da gasolina estão em queda em pelo menos seis estados. E à medida que a queda de preços é percebida nas bombas de combustíveis, o consumidor deve ficar atento na hora da escolha.

Em março, o álcool combustível ficou em média 10% mais barato, no país. Mas, de um estado para outro, a diferença é grande. O preço do litro varia de R$ 1,49, em Goiás, a R$ 2,48 no Acre.

“Isso acontece, basicamente, por causa da carga tributária, que varia de estado para estado. E a distância dos postos das usinas de álcool, do centro produtor, também influencia”, diz Paulo Miranda Soares, presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis).

Em alguns estados, já vale a pena abastecer com álcool. É o caso de Goiás, Paraná, São Paulo, Mato Grosso, Tocantins e Bahia. E o mesmo deve ocorrer em outros estados.

Fonte: G1