21 de jun. de 2009

Programa BNB de Cultura será implantado em Grajaú e região

Para incentivar o desenvolvimento da cultura no município de Grajaú e região, foi realizado por meio da secretaria de Indústria, comércio, turismo, trabalho, emprego e renda e pela secretaria de Cultura, o Seminário sobre o Programa BNB de Cultura - Edição 2010 em parceria com o BNDES. A finalidade do programa do Banco do Nordeste do Brasil em parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é patrocinar projetos de cultura no campo da literatura, música, artes cênicas, artes visuais, audiovisual e artes integradas entre outras.

São R$ 6 milhões de reais para incentivo da cultura nordestina disse o Sr. Anastácio Braga, gerente do Centro de Cultural Banco do Nordeste - Cariri, Ceará em sua exposição sobre o programa aos 80 representantes de entidades que trabalham com a cultura, profissionais da arte, professores de arte das várias escolas presente no município e membros do conselho municipal de cultura de Grajaú.

Entre os presentes estavam o agente de desenvolvimento do BNB, Sr. Sebastião Almeida Sales, Albertina Oliveira Albuquerque, secretária de Educação e Cultura de Jenipapo dos Vieiras, Juraiza Rocha Brilho, secretária adjunta de Educação de Barra do Corda, o vice-prefeito de Grajaú, Antonio Matias, o secretário de Indústria, comércio, turismo, trabalho, emprego e renda, José de Simas Lima (Zé do Dimas), Rosa Soraida, secretária de Cultura, uma comitiva de Barra do Corda com 20 pessoas e outra de Jenipapo dos Vieiras com 8 pessoas.

Anastácio explicou todo regulamento para inscrição de projeto que pode ser feito por pessoas jurídicas, como pessoas físicas, contando que as mesmas venham desenvolvendo atividades no campo da cultura. Falou das linhas de atuação que abrange o programa, sobre a seleção dos projetos, destinação de recursos, prestação de contas, contratação, habilitação de projetos e contrapartidas ao programa BNB de Cultura - Edição 2010. Após a explanação houve vários questionamentos dos presentes.

Para o secretário Zé do Dimas, a iniciativa que partiu de sua secretaria em parceria com a secretaria de cultura, vem mostrar o compromisso que o governo municipal tem para com a cultura da região. "nossa secretaria deseja apoiar e ao mesmo tempo buscar incentivos para melhorar o desenvolvimento do nosso município, não só no campo da cultura, mas em todas as áreas que merecem atenção do governo municipal" afirmou Dimas.

"temos entidades e pessoas preparadas para se escrever no processo de seleção do programa e as que têm algumas situações pendentes, a secretaria irá se empenhar para ajudar na regularização e assim garantir a participação de todos" disse Maria Cléa, assessora da secretária de cultura, questionada por nossa reportagem sobre as entidades e pessoas habilitadas em Grajaú para participar do programa.

As inscrições de projetos serão de 29 de junho a 24 de julho de 2009 e os resultados em 30 de outubro de 2009. Regulamentos e formulários e outras informações encontra-se no site do Banco do Nordeste, no endereço: www.bnb.gov.br.

O seminário aconteceu no salão da Grota da Luz "Frei Alberto Beretta" na tarde desta quarta-feira, 17.

FONTE: Nóticia publicada no Site Grajaú de Fato

WCG - World Cyber Games


O torneio de jogos eletrônicos World Cyber Games (WCG) chega a São Paulo neste fim de semana, com disputas em "Guitar hero: world tour" (Xbox 360) e "Fifa 09" (PC).

A etapa vai acontecer na loja Samsung Experience, no Morumbi Shopping, e vai classificar os dois primeiros colocados em cada jogo para a final nacional, que acontece em setembro, também em São Paulo.

Os jogadores podem se inscrever no site oficial do evento e escolher um dos jogos disponíveis. As disputas de "Counter-Strike" (tiro) e "Trackmania" (corrida) vão acontecer em São Paulo a partir dos próximos finais de semana.

A WCG 2009 já passou por Florianópolis (SC), e também terá etapas em Recife e Belo Horizonte. Os jogadores que vencerem a final nacional, em setembro, ganham vaga para o mundial na China, em novembro.

Em 2008, os brasileiros voltaram do mundial na Alemanha com uma medalha de bronze no jogo "Carom 3D". Com o resultado, o Brasil ficou com sua pior campanha na competição desde 2004.

World Cyber Games Brasil 2009 - Etapa São Paulo (SP)

Endereço: Av. Roque Petroni Jr., 1089

Horário: Sábado e domingo, a partir das 14h

Modalidades: "Guitar hero world tour", "FIFA 09"

19 de jun. de 2009

Jornalismo cai em vazio jurídico

OAB diz que acabar com obrigatoriedade do diploma no jornalismo foi “erro” do Supremo

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cezar Britto, classificou hoje como "um erro de avaliação” a decisão do Supremo Tribunal Federal que declarou inconstitucional a exigência obrigatória de diploma para o exercício da profissão de jornalista.

Segundo Britto a independência e a qualidade necessárias ao correto trabalho jornalístico são “obtidas somente com diploma e com o registro no Ministério do Trabalho. O primeiro garante a qualidade técnica e o segundo a qualidade ética.”

Britto argumentou ainda que a legislação vigente até então já garantia reserva de mercado para outros profissionais atuarem na imprensa, por meio das figuras do colaborador e do articulista. "A decisão do STF, na minha compreensão, não observou corretamente qual é o papel do jornalista e a sua função na defesa da liberdade de expressão", afirmou o dirigente da OAB.

Fonte: Marco Antonio Soalheiro
Repórter da Agência Brasil

17 de jun. de 2009

DISPERDÍCIO DE MADEIRAS


Tecnologia desenvolvida no Maranhão aproveita a serragem para criar material de construção, evitando o desperdício de madeira

Ressaltando sua trajetória política de mais de 50 anos, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu-se há pouco das acusações de que teria usado atos secretos para nomear parentes. Num discurso duro, Sarney afirmou que não é culpado da crise administrativa e institucional que vive o Senado.

“Ao longo da minha vida não tenho feito outra coisa senão louvá-la [a instituição]. Não seria agora, na minha idade, que eu iria praticar ato menor que nunca pratiquei na minha vida”, afirmou Sarney do plenário do Senado.

“A crise do Senado não é minha, é do Senado e essa instituição que devemos preservar. Ninguém tem mais interesse [de resolver] do que eu. Estou há quatro meses com presidente da Casa e praticamos atos buscando corrigir erros, e resgatar o conceito da Casa. Mas isso não é feito do dia para noite, até porque isso não é o meu estilo”, discursou o presidente do Senado.

Segundo ele, as notícias de existência de atos secretos na Casa só surgiram porque a própria Mesa Diretora decidiu investigar. Sarney afirmou ainda que as notícias contra ele são injustas, e que as irregularidades do Senado não são dessa administração, mas sim das passadas. “É uma injustiça do país julgar um homem como eu”, disse.

“Não sei o que é ato secreto, mas se eles existiram, nós não temos nada que ver com isso. Hoje, tudo está na rede”, afirmou Sarney.
Brasília - Ressaltando sua trajetória política de mais de 50 anos, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu-se há pouco das acusações de que teria usado atos secretos para nomear parentes. Num discurso duro, Sarney afirmou que não é culpado da crise administrativa e institucional que vive o Senado.

“Ao longo da minha vida não tenho feito outra coisa senão louvá-la [a instituição]. Não seria agora, na minha idade, que eu iria praticar ato menor que nunca pratiquei na minha vida”, afirmou Sarney do plenário do Senado.

“A crise do Senado não é minha, é do Senado e essa instituição que devemos preservar. Ninguém tem mais interesse [de resolver] do que eu. Estou há quatro meses com presidente da Casa e praticamos atos buscando corrigir erros, e resgatar o conceito da Casa. Mas isso não é feito do dia para noite, até porque isso não é o meu estilo”, discursou o presidente do Senado.

Segundo ele, as notícias de existência de atos secretos na Casa só surgiram porque a própria Mesa Diretora decidiu investigar. Sarney afirmou ainda que as notícias contra ele são injustas, e que as irregularidades do Senado não são dessa administração, mas sim das passadas. “É uma injustiça do país julgar um homem como eu”, disse.

“Não sei o que é ato secreto, mas se eles existiram, nós não temos nada que ver com isso. Hoje, tudo está na rede”, afirmou Sarney.

Fonte: Ivan Richard
Repórter da Agência Brasil

LULA CRITICA SEQUÊNCIA DE DENÚNCIAS SOBRE O SENADO

Astana (Cazaquistão) - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou hoje (17) a sequência de denúncias de irregularidades no Senado. “Elas não têm fim e depois não acontece nada”, disse. Em viagem ao Cazaquistão, Lula comentou o discurso feito ontem (16) pelo presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), que se defendeu das acusações de usar atos secretos para nomear parentes na Casa.

“Não li a reportagem do presidente Sarney, mas penso que ele tem história no Brasil suficiente para que não seja tratado como se fosse uma pessoa comum.”

O presidente Lula afirmou que é importante investigar o que houve, inclusive para saber a quem poderia interessar desestabilizar o Senado. “Essa história tem que ser mais bem explicada. Não sei a quem interessa enfraquecer o Poder Legislativo no Brasil. Mas penso o seguinte: quando tivemos o Congresso Nacional desmoralizado e fechado foi muito pior para o Brasil, portanto é importante pensar na preservação das instituições e separar o joio do trigo. Se tiver coisa errada, que se faça uma investigação correta.”

Ele disse também que o governo não teme ser prejudicado pelas denúncias sobre o Senado. “Todos os senadores, a começar do presidente Sarney, têm responsabilidade de dirigir o destino do país, ou seja do Congresso Nacional, vamos esperar que essas coisas se resolvam logo”, acrescentou.

Para o presidente, as denúncias podem acabar cansando a população. “O que não se pode é todo dia você arrumar uma vírgula a mais, você vai desmoralizando todo mundo, cansando todo mundo, inclusive a imprensa corre o risco. Porque a imprensa também tem que ter a certeza de que ela não pode ser desacreditada porque, na hora em que a pessoa começar a pensar 'olha, eu não acredito no Senado, não acredito na Câmara, não acredito no Poder Executivo, no STF, também não acredito na imprensa', o que vai surgir depois?”, questionou.

Fonte: Mônica Gugliano
Enviada Especial da EBC